A demanda pelo tratamento médico psiquiátrico tem se tornado cada vez mais comum nos nosso dias. Devido a sua flexibilidade, pode se restringir ao ato pontual de orientação ou a períodos longos, por vezes de uma vida, em que se mobilizam inúmeros recursos de saúde e para além.


Tanto o início quanto o encerramento de um tratamento devem ser pensados em termos do bem estar da pessoa em sofrimento psíquico. Este momento carrega consigo a necessidade de um dialogo acolhedor e realista, onde as expectativas e os possibilidades estejam na ordem do dia.


Entretanto não é isto que vemos com frequência. O abandono ao tratamento ainda é recorrente no dia a dia. Existem diversas razões para isso, de ordem material (dinheiro), disposição do sistema de saúde (acesso) e até mesmo disposição pessoal, entre outros. Nesse episódio abordamos essas questão e como existe uma demanda crescente para se repensar o cuidado e saúde e também a importância da aliança terapêutica.